MISSA DA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR 18 DE ABRIL DE 2014 – ANO A

MISSA DA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR 18 DE ABRIL DE 2014 – ANO A

MISSA DA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR 18 DE ABRIL DE 2014 – ANO A Anúncio da Paixão de Cristo (Jo 18,1–19,42) Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João. Mais »

MISSA DO DOMINGO DE RAMOS – 12/13 DE ABRIL DE 2014 – ANO A

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MISSA DO 5º DOMINGO DA QUARESMA ANO A – 05/06 DE ABRIL DE 2014.

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MISSA DO 5º DOMINGO DA QUARESMA ANO A – 05/06 DE ABRIL DE 2014. Na quaresma não se canta o glória. Anúncio do Evangelho (Jo 11,3-7.17.20-27.33b-45) — O Senhor esteja convosco! — Mais »

MISSA DO 4º DOMINGO DA QUARESMA ANO A – 29/30 DE MARÇO DE 2014.

MISSA DO 4º DOMINGO DA QUARESMA ANO A – 29/30 DE MARÇO DE 2014.

MISSA DO 4º DOMINGO DA QUARESMA ANO A – 29/30 DE MARÇO DE 2014. Na quaresma não se canta o glória. Anúncio do Evangelho (Jo 9,1.6-9.13-17.34-38) — O Senhor esteja convosco. — Mais »

MISSA DO 3º DOMINGO DA QUARESMA ANO A – 22/23 DE MARÇO DE 2014.

MISSA DO 3º DOMINGO DA QUARESMA ANO A – 22/23 DE MARÇO DE 2014.

MISSA DO 3º DOMINGO DA QUARESMA ANO A – 22/23 DE MARÇO DE 2014. Anúncio do Evangelho (Jo 4,5-15.19b-26.39a.40-42) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Mais »

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MISSA DA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR 18 DE ABRIL DE 2014 – ANO A

MISSA DA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR 18 DE ABRIL DE 2014 – ANO A


MISSA DA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR
18 DE ABRIL DE 2014 – ANO A

Anúncio da Paixão de Cristo (Jo 18,1–19,42)

Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo,
segundo João. Naquele tempo, 1Jesus saiu com os
discípulos para o outro lado da torrente do Ce-
dron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os
discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o
lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com
os seus discípulos. 3Judas levou consigo um dês-
tacamento de soldados e alguns guardas dos sumos
sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanter-
nas, tochas e armas. 4Então Jesus, consciente de
tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles
e disse:
Pres.: “A quem procurais?”
Narrador 1: 5Responderam:
Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.
Narrador 1: Ele disse:
Pres.: “Sou eu”.
Narrador 1: Judas, o traidor, estava junto com e-
les. 6Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram
e caíram por terra. 7De novo lhes perguntou:
Pres.: “A quem procurais?”
Narrador 1: Eles responderam:
Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.
Narrador 1: 8Jesus respondeu:
Pres.: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que
procurais, então deixai que estes se retirem”.
Narrador 1: 9Assim se realizava a palavra que Je-
sus tinha dito:
Pres.: “Não perdi nenhum daqueles que me confias-
te”.
Narrador 2: 10Simão Pedro, que trazia uma espada
consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacer
dote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do
servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro:
Pres.: “Guarda a tua espada na bainha. Não vou be
ber o cálice que o Pai me deu?”
Narrador 1: 12Então, os soldados, o comandante e
os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarra-
ram.13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o so
gro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano.14Foi
Caifás que deu aos judeus o conselho:
Leitor 1: “É preferível que um só morra pelo povo”
Narrador 2: 15Simão Pedro e um outro discípulo se
guiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo
Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo As-
cerdote. 16Pedro ficou fora, perto da porta.Então
o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sa-
cerdote, saiu, conversou com a encarregada da por
ta e levou Pedro para dentro. 17A criada que guar
dava a porta disse a Pedro:
Ass.: “Não pertences também tu aos discípulos dês
se homem?”
Narrador 2: Ele respondeu:
Leitor 2: “Não”.
Narrador 2: 18Os empregados e os guardas fizeram
uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia
frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entre
tanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respei
to de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Je-
sus lhe respondeu:
Pres.: “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sem-
pre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus
se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me
interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei;
eles sabem o que eu disse”.
Narrador 2: 22Quando Jesus falou isso,um dos guar
das que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:
Leitor 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdo-
te?”
Narrador 2: 23Respondeu-lhe Jesus:
Pres.: “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se
falei bem, por que me bates?”
Narrador 1: 24Então, Anás enviou Jesus amarrado
para Caifás, o Sumo Sacerdote. 25Simão Pedro com-
tinuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:
Leitor 2: “Não és tu, também, um dos discípulos
dele?”
Narrador 1: Pedro negou:
Leitor 1: “Não!”
Narrador 1: 26Então um dos empregados do Sumo sa-
cerdote, parente daquele a quem Pedro tinha corta
do a orelha, disse:
Leitor 2: “Será que não te vi no jardim com ele?”
Narrador 2: 27Novamente Pedro negou. E na mesma
hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus
ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles
mesmos não entraram no palácio, para não ficarem
impuros e poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos
saiu ao encontro deles e disse:
Leitor 1: “Que acusação apresentais contra este
homem?”
Narrador 2: 30Eles responderam:
Ass.: “Se não fosse malfeitor, não o teríamos em-
tregue a ti!”
Narrador 2: 31Pilatos disse:
Leitor 2:“Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo
com a vossa lei”.
Narrador 2: Os judeus lhe responderam:
Ass.: “Nós não podemos condenar ninguém à morte”.
Narrador 1: 32Assim se realizava o que Jesus tinha
dito, significando de que morte havia de morrer.
33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou
Jesus e perguntou-lhe:
Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?”
Narrador 1: 34Jesus respondeu:
Pres.: “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros
te disseram isto de mim?”
Narrador 1: 35Pilatos falou:
Leitor 2: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os
sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”
Narrador 1: 36Jesus respondeu:
Pres.: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu rei
no fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado
para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o
meu reino não é daqui”.
Narrador 1: 37Pilatos disse a Jesus:
Leitor 1: “Então, tu és rei?”
Narrador 1: Jesus respondeu:
Pres.: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao
mundo para isto: para dar testemunho da verdade. To
do aquele que é da verdade escuta a minha voz”.
Narrador 1: 38Pilatos disse a Jesus:
Leitor 2: “O que é a verdade?”
Narrador 2: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro
dos judeus, e disse-lhes:
Leitor 1: “Eu não encontro nenhuma culpa nele.
39Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa
eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei
dos Judeus?”
Narrador 2: 40Então, começaram a gritar de novo:
Ass.: “Este não, mas Barrabás!”
Narrador 2: Barrabás era um bandido. 19,1Então Pila
tos mandou flagelar Jesus. Ass.: 2Os soldados tece-
ram uma coroa de espinhos e colocaram-na na cabeça
de Jesus.
Narrador 2: Vestiram-no com um manto vermelho,
3aproximavam-se dele e diziam:
Ass.: “Viva o rei dos judeus!”
Narrador 2: E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos saiu de
novo e disse aos judeus:
Leitor 1: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de
vós, para que saibais que não encontro nele crime
algum”.
Narrador 1: 5Então Jesus veio para fora, trazendo a
coroa de espinhos e o manto vermelho.Pilatos disse-
lhes:
Ass.: “Eis o homem!”
Narrador 1: 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdo-
tes e os guardas começaram a gritar:
Ass.: “Crucifica-o! Crucifica-o!”
Narrador 1: Pilatos respondeu:
Leitor 1: “Levai-o vós mesmos para o crucificar,
pois eu não encontro nele crime algum”.
Narrador 1: 7Os judeus responderam:
Ass.: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele
deve morrer, porque se fez Filho de Deus”.
Narrador 2: 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou
com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e
perguntou a Jesus:
Leitor 1: “De onde és tu?”
Narrador 2: Jesus ficou calado. 10Então Pilatos dis
se:
Leitor 1: “Não me respondes? Não sabes que tenho au
toridade para te soltar e autoridade para te cruci-
ficar?”
Narrador 2: 11Jesus respondeu:
Pres.: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim,
se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a
ti, portanto, tem culpa maior”.
Narrador 2: 12Por causa disso, Pilatos procurava sol
tar Jesus. Mas os judeus gritavam:
Ass.: “Se soltas este homem, não és amigo de César.
Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.
Narrador 1: 13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou
Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar
chamado “Pavimento”, em hebraico Gábata”. 14Era o
dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia.
Pilatos disse aos judeus:
Leitor 2: “Eis o vosso rei!”
Narrador 1: 15Eles, porém, gritavam:
Ass.: “Fora! Fora! Crucifica-o!”
Narrador 1: Pilatos disse:
Leitor 1: “Hei de crucificar o vosso rei?”
Narrador 1: Os sumos sacerdotes responderam:
Ass.: “Não temos outro rei senão César”.
Narrador 2: 16Então Pilatos entregou Jesus para ser
crucificado, e eles o levaram. 17Jesus tomou a cruz
sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário”, em
hebraico “Gólgota”. 18Ali o crucificaram, com outros
dois: um de cada lado, e Jesus no meio.19Pilatos man
dou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz;
nele estava escrito:
Ass.: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.
Narrador 2: 20Muitos judeus puderam ver o letreiro,
porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava
perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebrai
co, latim e grego. 21Então os sumos sacerdotes dos
judeus disseram a Pilatos:
Ass.: “Não escrevas‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que
ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.
Narrador 2: 22Pilatos respondeu:
Ass.: “O que escrevi, está escrito”.
Narrador 2: 23Depois que crucificaram Jesus, os sol-
dados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma
parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era
tecida sem costura, em peça única de alto abaixo.
24Disseram então entre si:
Ass.: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte
para ver de quem será”.
Narrador 2: Assim se cumpria a Escritura que diz:
Ass.: “Repartiram entre si as minhas vestes e lança-
ram sorte sobre a minha túnica”.
Narrador 1: Assim procederam os soldados. 25Perto da
cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da
sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena.26Jesus,
ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele
amava, disse à mãe:
Pres.: “Mulher, este é o teu filho”.
Narrador 1: 27Depois disse ao discípulo:
Pres.: “Esta é a tua mãe”.
Narrador 1: Daquela hora em diante, o discípulo a aco
lheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo
estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse
até o fim, disse:
Pres.: “Tenho sede”.
Narrador 1: 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre.
Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e
levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e
disse:
Pres.: “Tudo está consumado”.
Narrador 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espíri
to.
Narrador 2: 31Era o dia da preparação para a Páscoa.
Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na
cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia
de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse
quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da
cruz. 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um
e depois do outro que foram crucificados com Jesus.
33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava
morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado
abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e
água.
Ass.:35Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho
é verdadeiro;
Narrador 2: e ele sabe que fala a verdade, para que
vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que se
cumprisse a Escritura, que diz:
Ass.: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”.
Narrador 2: 37E outra Escritura ainda diz:
Ass.: “Olharão para aquele que transpassaram”.
Narrador 1: 38Depois disso, José de Arimatéia, que era
discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos
judeus —, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus.
Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Je
sus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes ti-
nha ido de noite encontrar-se com Jesus. Trouxe uns
trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés.
40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com
os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam
sepultar.
Narrador 2: 41No lugar onde Jesus foi crucificado, há-
via um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda
ninguém tinha sido sepultado. 42Por causa da prepara-
ção da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali
que colocaram Jesus.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

SALMO RESPONSORIAL

…D…………A7……D……A7….D
Ó Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito
…D…………A7……D……A7….D
Ó Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito.
……D……………B7…………Em
1-Senhor eu ponho em vós minha esperança
…….Bb……………………….Bm
Que eu não fique envergonhado eternamente
……….Bm……………………….E7
Em vossas mãos Senhor, entrego o meu espírito
…….Em7……….A7……A7….D
Porque vós me salvareis, ó Deus fiel.

2-Tornei-me o opróbio do inimigo
O desprezo e zombaria dos vizinhos
E objeto de pavor para os amigos
Fogem de mim os que me vêem pela rua.

3-A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio
E afirmo que só vós sois o meu Deus
Eu entrego em vossas mão o meu destino
Libertai-me do inimigo e do opressor!

4-Mostrai serena a vossa face ao vosso servo
E salvai-me pela vossa compaixão
Fortalecei os corações, tende coragem
Todos vós que ao Senhor vos confiais!

ACLAMAÇÃO
Salve, ó Cristo obediente
……….Am……E..Am
Salve, ó Cristo obediente!
………E7…….Am
Salve, Amor onipotente,
………….E……Am
Que te entregou à cruz
…..E7………Am
E te recebeu na luz!

…….C……….G………C….Am
1. O Cristo obedeceu até a morte,
…..E7…………………….Am
Humilhou-se e obedeceu o bom Jesus,
…..E7………………………Am
Humilhou-se e obedeceu, sereno e forte,
…..E7…………………..Am
Humilhou-se e obedeceu até a cruz.

CANTO DE ADORAÇÃO
Ó CRUZ FIEL
..E…………..A……E
Fiel madeiro da Santa Cruz
………B7…..E
ó árvore sem rival.
……………..A…….E
Que selva outro lenho produz,

…………..B7……..E
que traga em si fruto igual?
……A……..B7…E
Quão doce peso conduz,
…A…….B7…E
ó lenho Celestial!

……………..A……E
Fiel madeiro da Santa Cruz
………B7…..E
Ó árvore sem rival!

..E………..C#m……G#m. B7…………E…G#m…C#m
1.Cantem meus lábios a luta que sobre a cruz se travou;
..E……..C#m…..G#m..B7……….E…G#m…C#m
..Cantem o nobre triunfo que no madeiro alcançou
E……..C#m..G#m..C#m……E……….B………C#
..O Redentor do universo, quando por nós se imolou.

2. O Criador teve pena do primitivo casal,
que foi ferido de morte, comendo o fruto fatal,
e marcou logo outra árvore para curar-nos do mal.

3.Tal ordem foi exigida na obra da salvação:
cai o inimigo no laço de sua própria invenção.
Do próprio lenho da morte Deus fez nascer redenção.

4.Na plenitude dos tempos, a hora santa chegou
e, pelo Pai enviado, nasceu do mundo o autor;
e duma Virgem no seio a nossa carne tomou.

5.Seis lustros tendo passado, cumpriu a sua missão.
Só para ela nascido, livre se entrega à Paixão.
Na cruz se eleva o Cordeiro,como perfeita oblação.

6. Glória e poder à Trindade. Ao Pai e ao Filho, louvor.
Honra ao Espírito Santo. Eterna glória ao Senhor,
que nos salvou pela graça/ e nos remiu pelo amor.

COMUNHÃO
Prova de amor
.Em……..C…………Am
Prova de amor maior não há,
F#m……..B7………..Em
que doar a vida pelo irmão. (bis)
..Am…………..D7…..B7………Em
1.Eis que eu vos dou meu novo mandamento:
…Am………….D…………Bm………….G
“Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado”!

2. Vós sereis os meus amigos, se seguirdes meu preceito:
“Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado”!

3. Como o Pai sempre me ama, assim também, eu vos amei:
“Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado”!

4. Permanecei em meu amor e segui meu mandamento:
“Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado”!

5. E chegando a minha Páscoa, vos amei até o fim:
“Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado”!

6. Nisto todos saberão, que vós sois os meus discípulos:
“Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado”!

1ª OPÇÃO COMUNHÃO
Em Am
Eu vim para que todos tenham vida
B7 Em
Que todos tenham vida plenamente.

Em C Am F#º
1-Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor
B7 Em
Reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão
Em7 Am D7 G
Onde está o teu irmão, eu estou presente nele.

2-Eu passei fazendo o bem, eu curei todos os males
Hoje és minha presença junto a todo sofredor
Onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele.

3-Entreguei a minha vida pela salvação de todos
Reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes
Onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele.

4-Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido
Busca, salva e reconduze a quem perdeu toda a esperança
Onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele.

5-Este pão, meu corpo e vida para a salvação do mundo
É presença e alimento nesta santa comunhão
Onde está o teu irmão, eu estou, também, com ele

CANTO FINAL
Hino CF 2014
“É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU”
BM B7 Em A7 D Bm C#dim7 F#7 Bm

Em A7 D
É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU,
F# Bm
JESUS LIBERTADOR!
C F#7 Bm
É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU!
Em A7 D Bm
1.Deus não quer ver seus filhos sendo escravizados,
C#dim7 F# Bm B7
À semelhança e à sua imagem, os criou.
Em Bm
Na cruz de Cristo, foram todos resgatados
C#dim7 F#7 Bm
Pra liberdade é que Jesus nos libertou!

2.Há tanta gente que, ao buscar nova alvorada,
Sai pela estrada a procurar libertação;
Mas como é triste ver, ao fim da caminhada,
Que foi levada a trabalhar na escravidão!

3.E quantos chegam a perder a dignidade,
Sua cidade, a família, o seu valor.
Falta justiça, falta mais fraternidade
Pra libertá-los para a vida e para o amor!

4.Que abracemos a certeza da esperança, (Cf. Hb 6,11)
Que já nos lança, nessa marcha em comunhão.
Pra novo céu e nova terra da aliança, (Cf. Ap 21,1)
De liberdade e vida plena para o irmão… (Cf. Jo 10,10)

MISSA DO DOMINGO DE RAMOS – 12/13 DE ABRIL DE 2014 – ANO A

MISSA DO DOMINGO DE RAMOS – 12/13 DE ABRIL DE 2014 – ANO A
MISSA DO DOMINGO DE RAMOS – 12/13 DE ABRIL DE 2014 – ANO A

Anúncio do Evangelho (Mt 27,11-54)
 
Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus  Cristo,  segundo
Mateus: Naquele tempo, 11Jesus foi posto  diante de Pôncio
Pilatos, e este o interrogou:
Ass.: “Tu és o rei dos judeus?”
Narrador 1: Jesus declarou:
Pres.: “É como dizes”.
Narrador 1: 12E nada respondeu, quando foi   acusado pelos
sumos sacerdotes e anciãos. 13Então Pilatos perguntou:
Leitor: “Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?”
Narrador 1: 14Mas  Jesus não respondeu uma só palavra, e o
governador ficou muito impressionado.15Na festa da Páscoa,
o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão
quisesse. 16Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso,
chamado Barrabás. 17Então Pilatos perguntou à multidão re-
unida:
Ass.: “Quem vós quereis que eu solte: Barrabás,   ou Jesus,
a quem chamam de Cristo?”
Narrador 2: 18Pilatos  bem sabia  que eles haviam entregado
Jesus por inveja. 19Enquanto Pilatos estava sentado no tri-
bunal, sua mulher mandou dizer a ele:
Mulher: “Não te envolvas com esse justo, porque esta noite,
em sonho, sofri muito por causa dele”.
Narrador 2: 20Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos  com-
venceram as multidões para que  pedissem Barrabás e que fi-
zessem Jesus morrer. 21O governador tornou a perguntar:
Ass.: “Qual dos dois quereis que eu solte?”
Narrador 2: Eles gritaram:
Ass.: “Barrabás”.
Narrador 2: 22Pilatos perguntou:
Leitor: “Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?”
Narrador 2: Todos gritaram:
Ass.: “Seja crucificado!”
Narrador 2: 23Pilatos falou:
Leitor: “Mas, que mal ele fez?”
Narrador 2: Eles, porém, gritaram com mais força:
Ass.: “Seja crucificado!”
Narrador 1: 24Pilatos viu que nada conseguia e que  poderia
haver uma revolta.  Então mandou trazer água, lavou as mãos
diante da multidão, e disse:
Leitor: “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. E-
ste é um problema vosso!”
Narrador 1: 25O povo todo respondeu:
Ass.:  “Que o sangue  dele caia sobre nós e sobre os nossos
filhos”.
Narrador 1: 26Então Pilatos soltou Barrabás,  mandou flage-
lar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. 27Em seguida,
os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governa-
dor, e reuniram toda a tropa em volta dele.
Ass.:  28Tiraram sua roupa e o  vestiram com  um manto ver-
melho;
Narrador 1: 29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram
a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então
se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo:
Ass.: “Salve, rei dos judeus!”
Narrador 2: 30Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na
sua cabeça. 31Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto ver
melho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o
levaram para crucificar.  32Quando saíam, encontraram um ho-
mem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a car-
regar a cruz de Jesus. 33E chegaram a um lugar chamado  Gól-
gota, que quer dizer “lugar da caveira”.
Narrador 1:  34Ali deram  vinho misturado com fel para Jesus
beber. Ele provou, mas não quis beber.35Depois de o crucifi-
carem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas  ves-
tes. 36E ficaram ali sentados, montando guarda.   37Acima da
cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação:
Ass.: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus”.
Narrador 1: 38Com ele também crucificaram dois ladrões, um à
direita e outro à esquerda de Jesus. 39As pessoas que passa-
vam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:
Ass.: 40”Tu, que ias destruir o Templo e construí-lo de novo
em três dias, salva-te  a ti  mesmo!  Se és o Filho de Deus,
desce da cruz!”
Narrador 2:  41Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com
os mestres da Lei e os anciãos, também zombavam de Jesus:
Ass.: 42”A outros salvou...  a si mesmo  não pode  salvar! É
Rei de Israel... Desça agora da cruz! e acreditaremos nele.
43Confiou em Deus; que o livre agora, se é que  Deus o  ama!
Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus”.
Narrador 1: 44Do mesmo modo, também os dois  ladrões que fo-
ram  crucificados com Jesus o insultavam. 45Desde o meio-dia
até as três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a ter
ra.46Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:
Pres.: “Eli, Eli, lamá sabactâni?”
Narrador 1: Que quer dizer:
Pres.: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”
Narrador 1: 47Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o,  disse-
ram:
Ass.: “Ele está chamando Elias!”
Narrador 1: 48E logo  um deles, correndo, pegou uma esponja,
ensopou-a em  vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe
deu para beber. 49Outros, porém, disseram:
Ass.: “Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!”
Narrador 1: 50Então Jesus deu outra vez um forte grito e em-
tregou o espírito. (Todos se ajoelham.)
Narrador 2: 51E eis que a cortina do  santuário rasgou-se de
alto a baixo,  em duas partes, a terra tremeu e as pedras se
partiram. 52Os túmulos se abriram e muitos corpos dos santos
falecidos ressuscitaram! 53Saindo dos túmulos, depois da res
surreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e  foram vis-
tos por muitas pessoas. 54O oficial e os soldados que  esta-
vam com ele guardando Jesus,   ao notarem o terremoto e tudo
que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram:
Ass.: “Ele era mesmo Filho de Deus!”
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor

Na quaresma não se canta o glória.

I-ENTRADA EM JERUSALEM

CANTO DE ENTRADA
               E       A          E
Solo:       Hosana ao Filho de Davi!
               E       A          E
Assembléia: Hosana ao Filho de Davi!

       E         C#m    F#m         B
1. Bendito o que vem em nome do Senhor!

2. Rei de Israel, Hosana nas alturas!


CANTO DE PROCISSÃO
Os filhos dos hebreus

    Dm            Bb       Gm          Dm
Os filhos dos hebreus,Com ramos de palmeira,
    D                     D7            Gm
Correram ao encontro De Jesus, nosso Senhor,
    Gm         Dm       A           Dm
Cantando e gritando:"Hosana, ó Salvador!"
   Gm          Dm      Gm     A     Dm 
Cantando e gritando:"Hosana, ó Salvador!"

      Dm      Am            Bbm7       F
1. O mundo e tudo o que tem nele é de Deus,
   A                             Dm
A terra e os que aí vivem, todos seus!
    Dm          A          Bbm7              F
Foi Deus que a terra construiu por sobre os mares,
    A                    Dm  A     Dm
No fundo do oceano, seus pila..res!

2. Quem vai morar no templo de sua Cidade?...
Quem pensa e vive longe das vaidades!
Pois, Deus, o salvador o abençoará,
No julgamento o defenderá!

3. Assim, são todos os que prestam culto a Deus,
Que adoram o Senhor, Deus dos hebreus!
Portões antigos se escancarem, vai chegar,
Alerta! O Rei da glória vai entrar!

4. Quem é, quem é, então, quem é o Rei da glória?...
O Deus, forte Senhor da nossa história!
Portões antigos se escancarem, vai chegar,
Alerta! o Rei da glória vai entrar!


II - MISSA

SALMO RESPONSORIAL
     C         Am       F       Dm   E7
MEU DEUS, MEU DEUS POR QUE ME ABANDONASTES?

    Am                             Em
1-Riem de mim todos aqueles que me vêem
   F                             E7  
  torcem os lábios e sacodem a cabeça
        Dm                       Am
  Ao Senhor se confiou, ele o liberte
     D7                                  G 
  E agora o salve se é verdade que ele o ama.
2-Cães numerosos me rodeiam furiosos
  e por um bando de malvados fui cercado
  Transpassaram minhas mãos e os meus pés
  E eu posso contar todos os meus ossos.
3-Eles repartem entre si as minhas vestes
  E sorteiam entre si a minha túnica
  Vós, porém, ó meu Deus, não fiqueis longe
  Ó minha força, vinde logo em meu socorro.
4-Anunciarei o vosso nome a meus irmãos
  E no meio da assembléia hei de louvar-vos
  Vós que temeis ao Senhor Deus, daí-lhe louvores
  Glorificai-o, descendente de Jacó.
  E RESPEITAI-O, toda raça de Israel......
 


ACLAMAÇÃO
Salve, ó Cristo obediente 

           Am       E   Am
Salve, ó Cristo obediente!
        E7        Am
Salve, Amor onipotente,
             E     Am
Que te entregou à cruz
      E7         Am
E te recebeu na luz! 

       C          G         C    Am
1. O Cristo obedeceu até a morte,
      E7                        Am
Humilhou-se e obedeceu o bom Jesus,
      E7                          Am
Humilhou-se e obedeceu, sereno e forte,
      E7                      Am
Humilhou-se e obedeceu até a cruz.
2. Por isso o Pai do céu o exaltou,
Exaltou-o e lhe deu um grande nome,
Exaltou-o e lhe deu poder e glória,
Diante dele céus e terra se ajoelham! 




1ª OPÇÃO DO CANTO DO OFERTÓRIO
  Em             D             Em      D      G   Am
/:Volta o teu olhar, Senhor, e dá-nos teu perdão.
        Bm                  Em   
Bendito seja teu imenso coração!:/ (bis)
    Am            D        C    B7   Em
1.Aceita, ó Deus Santo, a nossa ora  ção.
       Am              B7   
Compadecido, olha para nós, Senhor.
   Em                Bm      Em    
Liberta nossas vida, te suplicamos
      Am                          B7
e andaremos para sempre em teus caminhos.

2.Acolhe, Deus bondoso, a nossa caminhada,
revivendo o teu amor pra sempre.
Confiantes aguardamos o teu perdão
e do mal seremos nós purificados.

3.Aceita o jejum e a nossa penitência
que revivemos neste tempo quaresmal.
Confirma-nos em teu amor grandioso,
Bendito sejas, Senhor Deus do universo!


2ª OPÇÃO DO CANTO DO OFERTÓRIO
Ó morte, estás vencida! 

...F.......Bb......F
Ó morte, estás vencida
..Bb.....Gm.....C
Pelo Senhor da vida
..Dm.....Gm....C..F
Pelo Senhor da vida!

.....Dm.....C.....F
1. O servo do Senhor
....Gm..........C
Fez sua, nossa dor.

.....   Dm.....C.....F
2. De Adão a triste sorte,
....Gm.........    .C
Ao Cristo trouxe a morte.

.....Dm.....C.....F
3. Eis o Cordeiro mudo,
....Gm..........C
Vazio está de tudo!

.....Dm.....C.....F
4. Amou a humilhação,
....Gm..........C
Por ela a redenção.

.....Dm.....C.....F
5. Ao Filho e a Ti, Senhora,
....Gm..........C
Chegada é a hora. 
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COMUNHÃO
Eu vim para que todos tenham vida 
   Em                         Am
Eu vim para que todos tenham vida
    B7                      Em
Que todos tenham vida plenamente.

           Em          C               Am               F#º
1-Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor
       B7                     Em    
Reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão
       Em7         Am        D7           G
Onde está o teu irmão, eu estou presente nele.

2-Eu passei fazendo o bem, eu curei todos os males
Hoje és minha presença junto a todo sofredor
Onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele.

3-Entreguei a minha vida pela salvação de todos
Reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes
Onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele.

4-Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido
Busca, salva e reconduze a quem perdeu toda a esperança
Onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele.

5-Este pão, meu corpo e vida para a salvação do mundo
É presença e alimento nesta santa comunhão
Onde está o teu irmão, eu estou, também, com ele


CANTO FINAL
Hino CF 2014
“É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU”
BM B7 Em A7 D Bm C#dim7 F#7 Bm

              Em        A7              D
É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU,
F#           Bm
JESUS LIBERTADOR!
               C        F#7             Bm
É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU!
                Em              A7            D     Bm
1.Deus não quer ver seus filhos sendo escravizados,
 C#dim7         F#           Bm   B7
À semelhança e à sua imagem, os criou. 
            Em                      Bm
Na cruz de Cristo, foram todos resgatados
        C#dim7        F#7          Bm
Pra liberdade é que Jesus nos libertou!


2.Há tanta gente que, ao buscar nova alvorada,
Sai pela estrada a procurar libertação;
Mas como é triste ver, ao fim da caminhada,
Que foi levada a trabalhar na escravidão!

3.E quantos chegam a perder a dignidade,
Sua cidade, a família, o seu valor.
Falta justiça, falta mais fraternidade
Pra libertá-los para a vida e para o amor!

4.Que abracemos a certeza da esperança, (Cf. Hb 6,11)
Que já nos lança, nessa marcha em comunhão.
Pra novo céu e nova terra da aliança, (Cf. Ap 21,1)
De liberdade e vida plena para o irmão... (Cf. Jo 10,10)
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